Altera a Lei de Bases da Saúde, estabelecendo a obrigação de referenciação dos utentes do SNS em caso de incumprimento dos Tempos Máximos de Resposta Garantidos e reforça os mecanismos de fiscalização das prestações públicas de saúde realizadas fora do SNS
Propõe tornar obrigatório o encaminhamento de utentes do Serviço Nacional de Saúde (SNS) para o setor privado ou social quando o SNS não conseguir cumprir os tempos máximos de espera para consultas, exames ou cirurgias. Esta medida beneficia os cidadãos, garantindo-lhes um acesso mais rápido e de qualidade aos cuidados de saúde, e reforça a fiscalização e as exigências de transparência nos contratos com as entidades externas. O impacto esperado é a melhoria do acesso à saúde e a proteção do interesse público através de um maior controlo sobre os serviços prestados fora do SNS.
Resultado
Rejeitado
Relevância da Iniciativa
Impacto estimado deste diploma — quanto mais alto, mais significativa para os cidadãos
Divisão dos votos na fase principal da iniciativa, ponderada pelos deputados
Alianças improváveis na fase principal — partidos que raramente concordam a votar juntos
Hierarquia do diploma: Lei Orgânica > OE/Lei de Bases > Lei Ordinária > Resolução
A Favor
3Contra
7Na Imprensa
Artigos relacionados com este tema via Google News
Parlamento chumba envio para privado de utentes em espera no Serviço Nacional de Saúde - SIC Notícias
Médicos proibidos de enviar utentes do sector privado para serviço do SNS onde trabalham - Público
Lei de Bases da Saúde? PSD justifica 'chumbo' de diplomas do Chega e PAN - noticiasaominuto.com
Ministério da Saúde admite OE2026 "exigente" mas diz que assistência a utentes não será prejudicada - Jornal de Negócios
Vigilância da grávida e atendimento no dia: o que dizem as regras para os médicos de família privados - Público